Alimentação saudável:
Tecnologia, ciência e propósito: a nutrição por trás da Nátikos
Quando comecei a minha jornada na Polpa Brasil, fui apresentada a um universo de tecnologia, inovação e conhecimento na indústria alimentícia. Não apenas na inovação ao fazer produtos com técnicas que antes eu não conhecia, mas também ao trazer para o mercado uma gama de possibilidades de consumo de frutas e vegetais com um shelf life muito maior, permitindo que cheguem muito mais longe (geograficamente mesmo), que fiquem armazenados de forma muito mais fácil (sem necessidade de congelamento) e principalmente com uma tecnologia que é capaz de manter a integridade da maioria dos micronutrientes presentes nas frutas e vegetais.
A Polpa Brasil começou vendendo frutas e vegetais desidratados como ingredientes para outras indústrias, e a Nátikos nasceu da possibilidade de transformar esses ingredientes em um produto final: barras e cubos de frutas desidratados com alto teor de nutrientes concentrados, alto valor nutricional, prazo de validade estendido e um sabor maravilhoso.
A ciência por trás
O método utilizado pela indústria para produzir as barras e cubos da Nátikos é considerado pela ciência um dos melhores para conservar os nutrientes das frutas e também é considerado o mais vantajoso em questão de custo-benefício.
A convecção forçada possibilita retirar a água das frutas utilizando o calor, por algumas horas, em uma temperatura de 50 a 60°C, inativando enzimas que deterioram a matéria orgânica, inativando também a proliferação de microrganismos que decompõem o produto. A retenção de vitaminas hidrossolúveis é superior quando comparada a maioria dos outros processos térmicos que existem na indústria de alimentos.
Por isso acredito que a escolha deste método para a produção de Nátikos foi muito sábia, pois assim torna-se possível unir qualidade e custo acessível ao público. Estamos falando não só de uma barra de frutas que será rica em fibras e sem adição de açúcar, mas que pela escolha da tecnologia de produção, será capaz de fornecer quase que tantos micronutrientes quanto uma fruta in natura.

Outro ponto interessante é que, quando falamos em desidratação, estamos diminuindo o volume daquele preparo. Isso possibilita que eu tenha uma combinação de mais de uma fruta em uma porção menor. Essa opção é muito válida quando pensamos em pacientes que têm dificuldade para ingerir grandes volumes de comida, ou até mesmo são seletivos com frutas. Já presenciei pacientes que não conseguem consumir nem uma fruta in natura por dia, mas conseguem tranquilamente consumir duas ou três Nátikos. Ou seja: estou ofertando essas frutas e esses nutrientes, apenas em outro formato, e isso é incrível!
No campo da Nutrição, isso abre um leque de possibilidades para trabalharmos com aqueles pacientes com autismo e seletividade alimentar, pacientes com desnutrição, anorexia, pacientes oncológicos com paladar debilitado… principalmente porque a concentração de sabor no produto também é muito marcante. Podemos trazer esse olhar muito além do cliente que já possui um estilo de vida saudável e já consome Nátikos.
Acredito muito no propósito da indústria e da marca, e vejo um horizonte de possibilidades muito promissoras. As pessoas precisam cada vez mais de profissionais como nós – nutricionistas – e de produtos como Nátikos
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Por Andressa Laiza Meira – Nutricionista CRN-10/11039